Sugestões recebidas por e-mail, anunciadas e comentadas num espaço separado para o Eleitor da Chapa2 - Transparência.
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| Eleitor(a): Vicencina Maria da Costa Val |
| Assunto: |
(postado no facebook) |
| Sugestão: Caros colegas,
É sabido que continuamos lutando diariamente para que a Assistência Farmacêutica seja reconhecida como parte integrante da atenção à saúde no âmbito do SUS, e podemos considerar que avanços importantes já podem ser contabilizados. Hoje, podemos assegurar a perceptível mudança no seu cenário atual. Seu foco de atenção mudou. Sua importância aparece com outro potencial, totalmente voltada para a Atenção Primária à Saúde. É fundamental destacar a importância do profissional farmacêutico como agente estratégico e transformador da Assistência farmacêutica na APS. Novas habilidades e competências lhe serão exigidas, como também uma perfeita capacidade de articulação e interação no trabalho em equipe, além de disposição e determinação em promover mudanças efetivas e absolutamente necessárias... E acima de tudo, ter como constância na vida: a ética... a transparência... e especialmente a sensibilidade no trato com as pessoas, com os outros profissionais... É assim que entendo que nossos representantes devem ser... É assim que enxergo e atesto o Professor Dupim (meu mestre), a Maria do Carmo, o Daniel e o Felipe...nossos companheiros de luta diária pelo fortalecimento da Assistência Farmacêutica do SUS.
De coração, estou com vocês... sucesso à Chapa 2.
Infelizmente não posso dizer o mesmo de representantes da outra Chapa. Que ignoraram de forma surpreendente a Assistência Farmacêutica da SMSA/BH... Que acharam que sua construção e consolidação se daria apenas com “força de lei” e com a “aplicação de multas”...
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| Resposta da Chapa: Vicencina, eu em nome de toda Chapa Transparencia agradeço seu apoio. Pode ter toda certeza que se for nos dada a chance de representar a nossa classe, faremos isso com todo amor e dedicação para cada vez mais nossa profissão ser mais reconhecida sempre com total ética e transparência que todos nós farmacêuticos merecemos!!! |
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| Eleitor(a): João Camilo |
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Apoio |
| Sugestão: Atenção amigos (as) Farmacêuticos (as) !!! Venho através deste e-mail, manifestar o meu apoio e pedir o apoio de todos (as) para que possamos eleger a chapa 2 - Transparência nas eleições no dia 10 de Novembro do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais. Trata-se de pessoas que estão realmente compromissadas em discutir sobre a profissão, dificuldades e interesses do profissional Farmacêutico. Conto com o apoio de todos, e desde já agradeço a atenção. João Camilo - Farmacêutico - CRFMG-24.035 Gernte do Setor de Medicamentos da Secretaria Municipal de Saúde de Betim |
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| Resposta da Chapa: Obrigado João,
Seu apoio é muito importante para a Chapa 2.
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| Eleitor(a): Daniel |
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(postado no Facebook) |
| Sugestão: Queria que os candidatos da Chapa Transparência afirmassem o claro compromisso com a valorização dos Técnicos e Auxiliares de Farmácia, e que assegurassem também o nosso direito de expressão, isto, para que possamos inclusive cobrar depois a coerência dos futuros diretores. |
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| Resposta da Chapa: Caro Daniel!
Agradecemos o questionamento, pela seriedade do assunto que propõe!
A Chapa Transparencia tem sim compromisso em valorizar os técnicos e auxiliares de farmácia. Essa é uma proposta que nos acompanha desde as eleições passadas. Eu mesmo levantei esta bandeira, junto a outros apoiadores, que inclusive são professores de cursos técnicos no estado. Acreditamos que o técnico deveria ser o braço direito do graduado em todos os setores da profissão. É uma jornada longa, mas que pode ser construída em conjunto! Fica aqui o registro.
Atenciosamente,
Luiz Alessandro Fontes
Candidato a conselheiro regional. |
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| Eleitor(a): Paulo Soares |
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(enviado por e-mail) |
| Sugestão: Desisti de trabalhar como Farmacêutico Bioquímico devido ao salário ridículo, à desvalorização do profissional pelos empregadores mas principalmente pela própria classe que se canibaliza por migalhas, por ver a Drogaria Araujo ditar as regras dentro do Conselho de Farmácia inclusive determinar o valor do piso/TETO salarial da nossa classe e vários outros desmandos. O dia que tiver gente com coragem para determinar que Farmácias, Drogarias, Laboratórios e outros devam ser exclusivamente de Farmacêuticos, esse quadro se reverte. Vocês já viram médicos, engenheiros, advogados, etc, etc, etc delegarem sua profissão, seus direitos a outras pessoas?
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| Resposta da Chapa: Prezado colega Paulo,
Primeiro agradecemos a sua contribuição,ela é muito importante para nós. Você tem razão, realmente nossos problemas são muitos, como em toda profissão.
Em relação ao Piso Salarial, gostaríamos de esclarecer que ele é negociado entre o Sindicato Patronal, no caso Sindicato do Comercio Varejista e o Sindicato dos Farmacêuticos, que leva a proposta e pauta de reivindicações aprovada em assembléia da categoria. O que os farmacêuticos decidem, a diretoria do Sindicato apresenta e negocia com a diretoria do Sindicato Patronal. As assembléias do SINFARMIG são convocadas pelo jornal da entidade e aberta a todos os farmacêuticos do Estado, e sua participação será de grande contribuição. De qualquer forma, é claro que isso não impede do Conselho Regional de lutar ao lado do Sindicato, juntamente com as associações e o CFF nas campanha salariais. E é isso que pretendemos!
Quanto à propriedade de farmácias, drogarias e laboratórios exclusivamente para farmacêuticos é um velho sonho da nossa categoria. Mas a abrangência deste assunto é federal, cabendo aos conselhos regional proporem ao CFF esta regulamentação. Porém, isto ainda é considerado inconstitucional em nosso país. Já houve várias tentativas de se modificar esta situação, através de projetos de lei no Congresso Nacional, mas todos os projetos foram barrados pela Comissão de Inconstitucionalidade. É uma luta difícil, mas não impossível! Isto acontece também com os hospitais. Qualquer cidadão, que tenha condições financeiras e interesse pode abrir um Hospital, desde que atenda as legislações específicas, como contratar um médico para direção técnica e atender as exigências sanitárias. Exatamente como as farmácias e drogarias. A diferença é que os médicos não se sujeitam a trabalhar pelo piso e se fazem valorizar pela sua capacidade técnica. Como você mesmo disse, nós precisamos nos valorizar e aprendermos a impor nossa formação, nos fazendo indispensáveis enquanto profissional de saúde que somos.
Mesmo não sendo do âmbito dos conselhos, capacitar os profissionais é necessário que estes assumam este papel, pois temos visto profissionais inseguros diante do grande numero de universidades formando farmacêuticos despreparados para o mercado. Vale ressaltar que nada impede que empresas paguem alem do piso ao profissional que trazem um diferencial para a empresa.
Mais uma vez agradecemos a sua atenção e deixamos aqui o convite para se unir a nós nesta luta.
Nossas saudações farmacêuticas,
CHAPA 2 - TRANSPARÊNCIA |
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| Eleitor(a): Helder Carvalho |
| Assunto: |
Presença do farmacêutico |
| Sugestão: Qual a posição da chapa com relação à presença do farmaceutico em todo o horário de funcionamento do estabelecimento? Como promover a valorização do farmacêutico (maiores salários) e garantir a presença (substituto no restante do horário) sem onerar demais os estabelecimentos a ponto de fecharem as portas?
Obrigado! |
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| Resposta da Chapa:
Olá, Helder!
Agradecemos sua pergunta que é bastante pertinente.
Não resta dúvida que a ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA deve ser durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento, no entanto, e é ai que devemos discutir o que é PRESENÇA e o que é ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA. As empresa tem estendido o horário de funcionamento, junto ao CRF-MG, como horas extras, mantendo só 1 farmacêutico. Com certeza não será assim que o profissional será melhor remunerado, mas sim prestando uma ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA que leve este profissional a ser um diferencial junto a empresa. Precisamos abrir o horizonte dos farmacêuticos capacitando-o a um amplo entendimento das possibilidades de sua atuação junto a comunidade.
Tanyara
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| Eleitor(a): José Augusto Alvarenga |
| Assunto: |
(enviado por e-mail) |
| Sugestão: Só gostaria de ver duas mudancas quanto ao conselho:
1- Nao ser tao passivo quanto as decisoes da ANVISA. Os meio de comunicacao independentes, a populacao, os profissionais nao concordam com a maioria das decisoes da ANVISA. Já o nosso conselho se transformou numa especie de "pau mandado". Toda e qualquer decisao da ANVISA o conselho se presta simplesmente a aplaudir sem questionar o quanto essas resolucoes podem prejudicar a saude publica os os profissionais que nela atuam.
2- Que os fiscais que passam fossem nossos companheiros, vejo os outros conselhos atuando com seus respectivos profissionais com carinho atencao e COMPANHERISMO, ao contrario do que acontece com nosso conselho. Os colegas que passam em nosso local de trabalho (fiscais) agem como policia, dizendo o que temos que fazer e cada vez mais nos enchendo com burocracia.
Aguardo um retorno, nao quero o continuismo atual do conselho. Se as propostas da CHAPA TRANSPARENCIA forem de acordo com estes meus anseios (e acredito que sejam anseios de varios colegas) acredito que teremos vitoria. Sejam claros a respeito destes dois pontos e repassem a ideia de mudanca aos colegas.
Obrigado
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| Resposta da Chapa: Prezado Colega José Augusto,
Primeiramente agradecemos o seu contato. Para nós que formamos o grupo da Chapa Tramsparência é muito importante conhecer o que nossos colegas pensam ,os questionamentos , as dúvidas, ouvir críticas e receber sugestões .É assim que estamos construindo o nosso trabalho. Em relação aos seus questionamentos gostaríamos de tecer algumas considerações. Em relação à Anvisa, não se trata de ser ou não passivo diante as suas decisões ou regulamentações. Tanto os Conselhos Federal e Regionais e a Anvisa são autarquias especiais com a função de regular e fiscalizar. Aos conselhos,através do sistema CFF-CRF,cabe a fiscalização do âmbito profissional,de acordo com a lei 3820/60. Já a Anvisa,tem a competência de regulamentar e fiscalizar os produtos e serviços que envolvam risco à saúde,conforme a lei 9782/99. Como você pode perceber,as funções e áreas de atuação são muito bem definidas. As Instituições devem se respeitar,discutir as questões,ter uma relação harmoniosa de diálogo ,mas uma não pode intervir no trabalho e decisão da outra. Em defesa dos profissionais e da sociedade ,tanto os Conselhos quanto a Anvisa,tem procurado realizar reuniões conjuntas ,estabelecerem comissões de estudo com especialistas e democratizar estas discussões,antes de se tornarem leis e resoluções,através de consultas públicas ,onde não só os profissionais interessados,mas todo e qualquer cidadão pode apresentar sugestões e críticas. Além disto a Anvisa possui um departamente de Ouvidoria,e uma de nossas propostas é também, estabelecer no CRF,uma Ouvidoria com farmacêutico devidamente capacitado, com suporte técnico adequado e em horário integral para atendar a demanda dos profissionais mineiros. O importante é o direcionamento político e o respeito que a direção dos conselhos dá as suas ações.A diretoria de um conselho profissional deve ter sempre em mente de que representa uma categoria.Suas decisões devem ,é lógico,respeitar a legislação em vigor,mas serem amplamente debatidas de forma democrática com os profissionais que representa e que a elegeram.Desta forma ,deixaremos de ser agentes passivos e ativamente estaremos participando das decisões que afetam a nossa profissão.
O seu segundo questionamento é em relação a fiscalização do conselho. Voltamos ao mesmo ponto.Quem define a postura e o perfil do serviço de fiscalização do Conselho é a diretoria.É dever da diretoria e responsabilidade legal e politica do presidente,sendo a coordenação da fiscalização função do vice-presidente. A nossa fiscalização não foi sempre assim.Ela já foi uma das melhores e mais respeitada do país.Já serviu de modelo para vários outros estados. Uma fiscalização tem que ter antes de tudo, um caráter educativo.Os fiscais,que são farmacêuticos aprovados por concurso publico,devem ser bem treinados,bem remunerados e ter boas condições de trabalho para exercerem suas atividades com segurança. Além disto as formas de atuação devem ser discutidas e definidas em conjunto com a diretoria,e não impostas de forma autoritária e com interesses particulares e/ou politicos. Os fiscais são profissionais como nós,merecem e devem respeito. Além disto,a diretoria deve lembrar que são estes colaboradores que na realidade conhecem o perfil da nossa profissão,as reais dificuldades dos colegas e de cada região do estado.Afinal são eles que viajam pelo estado todo ,que visitam os colegas e os estabelecimentos farmacêuticos. Acreditamos que um serviço de fiscalização só é eficaz e atende as expectativas da profissão ,se tiver uma política de ação bem planejada,ações norteadoras de carater educativo e que se paute no interesse coletivo de proteção à sociedade. A reestruturação da fiscalização, modificado este comportamento e estabelecendo um vínculo de confiança e diálogo com a diretoria,garantindo uma relação saudável para traçar novas metas de trabalho é o nosso grande objetivo.
Esperamos desta forma, ter apresentado os esclarecimentos aos seus questionamentos. Mais uma vez agradecemos a sua colaboração e continuamos abertos ao dialogo ,nos esforçando para atender a todos da melhor forma possivel. Deixamos também o convite para apresentar a sua colaboração e idéias ,participando conosco desta luta.
Nossas saudações farmacêuticas, Chapa 2 - Transparência
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